terça-feira, 27 de outubro de 2020

 Aos amantes da musica, dij´s, colecionadores, acho que todos já assistiram o programa Soul Train da década de 70 apresentado por Don Cornelius. Eis aí a musica de abertura do programa, TSOP (The Sound Of Philadelphia), com o vocal do grupo The Three Degrees que teve entre outras a inesquecível Miguel Brown. A musica é de 1973 e o disco que vocês estão vendo é uma raríssimo 7 inch japonês, sendo que todas as prensagens são em 7 polegadas. https://youtu.be/HR1Pa_mjN4U




domingo, 25 de outubro de 2020

 Hoje acordei muito reflexivo, tipo lavando roupa suja no meu intimo, aí recebi uma mensagem que fui orientado a compartilhar com vocês. Olhando para o passado, vejo que fomos criados para achar que lagrima, dor e morte são coisas negativas, mas não é. O primeiro exemplo é a tão "famigerada" morte. Uma consequência absolutamente inexorável da vida, não adianta, ser lindo, ser rico, ser gênio, ser qualquer coisa, se você nasce, você morre e ponto. Para o pobres materialistas dialéticos que não acreditam em nada além das baboseiras que eles acham que é a mais pura realidade e aos céticos que acham também que o homem é só esse amontoado de carne, músculos e outras coisas que a biologia explica, deixo minhas condolências, pois a existência de vocês é muito pueril. Pra quem não sabe, a morte é o momento de reconstruir o seu lado espiritual, ela vem para lhe libertar da prisão que muitas vezes é o seu corpo, mas não é só isso, vejamos um caso, uma estória que ao ser vista com calma nos afeta profundamente. Um filme que parece ser inofensivo, mas acaba por enviar uma mensagem que vai dissipar os temores pela morte que tanto habitam o seu ser. No filme "O Homem Bicentenário", conta a estória de um robô que de tão perfeito que é acaba adquirindo os sentimentos que o ser humano tem, após passar duzentos anos, vendo e sofrendo com a partida de cada uma pessoa que ele amou muito, ele chegou a conclusão que a morte é uma das grandes dadivas do ser humano, "Andrew", como ele era chamado, vai a um tribunal para que fosse reconhecido como ser humano e para ter o direito de ser "desligado". "Andrew" queria ser um ser humano em sua plenitude, com direito a morrer, como qualquer ser humano. A outra coisa interessante é a dor. Muita gente nem imagina que Deus colocou a dor no homem para que lhe salvasse da morte prematura, a dor é o maior e mais bem sucedido médico que se poderia ter, sem ela você jamais saberia que seu corpo não estaria bem, é a dor que lhe alerta que algo estranho está acontecendo em seu corpo, sem a dor você jamais conseguiria sobreviver. Por fim, as lágrimas, liquido precioso que muitos desprezam, a lágrima é o maior calmante que você poderia imaginar, eles é a forma que a alma criou para jogar suas aflições para fora, nada pode ser mais eficiente nos momentos de tristeza, amargura, sofrimento do que as lagrimas, chorar é o desabafo da alma e as lagrimas servem como o rio que transporta o sofrimento que tanto lhe machuca, um grande e irremediável remédio para alma. Estão vendo, olhem as coisas sempre pelo lado positivo, nada que existe ao ser redor é por acaso, tudo tem uma finalidade de existir, até as coisas mais improváveis tem o seu lado positivo. Essa é uma mensagem daqueles que nos guardam sem que você perceba. Deus no coração sempre.











Vivemos no cansativo mundo dos patrulheiros ideológicos que inventaram a máxima do "politicamente correto", a grande chatice do século XXI. Em que pese tal chatice ser abonada pela mídia aparelhada, começa-se a ver que isso tudo está cansando até aqueles que antes chancelavam a cretinice dessa galera progressista que nos últimos dias vem espumando pela boca de tanta raiva com o que se tem dito e escrito pelo mundo a fora. A primeira estocando sem dó nem piedade, nessa galera que vive no mundo de Alice, foi a declaração da eterna global Gloria Maria que afirmou com todas as letras que esse negócio de "politicamente correto" é chato pra porra e na visão dela ser "politicamente correto" é ter pureza de caráter. Palavras como essas demonstram que a farsa do ideário progressista já não encontra sustentação no meio artístico, ou seja, até eles não estão suportando o patrulhamento insensato e irreal dessa turba de hienas raivosas que veem maldade em tudo que não rima com suas falas e gestos nauseabundos. A outra estocada foi protagonizada pela J.K. Rowling, aquela escritora bilionária que escreveu a antológica saga do Harry Potter. J.K. Rowling passou a ser hostilizada pela galera progressista por ter introduzido em sua nova obra um personagem que se vestia de mulher para cometer crimes. Putz, a galera do politicamente correto e do "nos podemos tudo e vocês só fazem o que nós queremos" entrou em verdadeiro colapso alegando que a tal obra "Troubled Blood" era uma afronta a turma LGBTQI… ― Et Al. Pois bem, J.K. Rowling cagou e andou para essa galera maluca e publicou o livro assim mesmo, com o dito personagem travestido, mesmo sendo criticada, ameaçada, suas obras anteriores queimadas e tudo mais que a patota gosta de fazer. Mas o pior ainda estava por vir, o tal livro, tão odiado pelo Dream Team progressista, é um sucesso absoluto na terra da rainha. Um surto a mais para galera progressista que enche a porra do saco com as besteiras que tanto defendem. Por fim, não vou deixar de falar sobre a impagável imagem da comuna de boutique Manuela D´avila fazendo campanha se disfarçando de Michelle Bolsonaro, essa foi o ponto culminante da cretinice da esquerda no nosso país chamado Pindorama.



 

 Estava lendo sobre um assunto que vem sendo muito discutido principalmente nos Estados Unidos que é o tal movimento "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam). Muita gente pelas bandas de cá ainda não teve acesso as informações de quais são as reais pretensões desse mais novo "bem" intencionado grupo que está na moda. Inicialmente fiquei sabendo que esse movimento tem como bandeira a garantia do direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade para todos os americanos, especialmente os historicamente prejudicados afro-americanos. Até aí tudo bonitinho, porém a face oculta das coisas se manifesta nos seus lideres que estão por trás dessa galera que adora ser manipulada. O tal movimento nasceu em 2013 com a absolvição de George Zimmerman que teria assassinado Trayvon Martins e a partir daí o negócio pegou proporções incontroláveis. Olhando bem de perto, passei de desconfiar da atitude dos anti-racistas do movimento, pois se comportavam como racistas, inclusive contra os seus próprios irmãos de cor. Desconfiança a parte, fui em busca da informação sobre a real lider do movimento e eis que me defronto mais uma vez com a danada da ideologia de esquerda por trás de tudo. Li umas coisas estarrecedoras que me parecem que fazem parte de um mundo irreal, mas que na cabeça dessa galera é o objetivo maior a ser atingido. Em entrevista efetivada em 2015, Patrisse Cullors, uma das lideres do movimento, afirmou que ela e sua companheira Alicia Garza são marxistas treinadas, com vínculos estreitos com nada mais, nada menos o ditador Marxista da Venezuela, Nicolas Maduro. Até aí nada de se espantar, pois esses malucos estão por todo lugar, porém, o que começou a meter medo são os sub-grupos que se formaram depois desse movimento começar a ficar forte e rico. Vejamos aqui o caso bem legal para vocês sentirem o drama, vejamos aqui a tal M4BL (Movement for Black Lives), esse daí pede a abolição da policia e das prisões, querem implantar uma tal "descriminalização retroativa" e a liberação imediata de todos os crimes relacionados ao trafico de drogas, prostituição e outras coisas que o crime organizado adora fazer. A última delas foi lançar a tal rasteg #DefundthePolice (desfinancie a polícia), ou seja, eles não gostam mesmo da polícia, assim como defendem a pauta grammsiana da eliminação do elemento básico da sociedade que é a família. Ou seja, mais um movimento marxista travestido com a bandeira de direitos humanos. Como dizia minha avó, sempre desconfie de gente que demonstra ser muito bem intencionada.




 Uma das pautas do momento é que hoje começa o famigerado bloqueio da plataforma do facebook nas live´s de musica. Como todo mundo sabe, com a pandemia esse tipo de evento tornou-se viral e acabou por criar uma nova modalidade de apresentação dos dj´s pelo mundo, sem contar que possibilitou a muitos que não tinham espaço, disputar com os grandes dj´s a audiência do publico em geral. Tive oportunidade de ver e ouvir, dos mais importantes dj´s como Bob Sinclair, aos até então desconhecido, apresentações sensacionais que mudaram em muito o conceito daquilo que era discotecar. Obviamente que o sucesso de uns causa desconforto a outros, as gravadoras e as rádios convencionais começaram a ver que o seu protagonismo estava indo para o espaço, então veio a pressão junto as plataformas, sempre com a justificativa de preservar os direitos autorais dos artistas. Pois bem, certo ou errado, tenho visto que esse cabo de guerra facilmente poderia ser resolvido se as plataformas entrassem em acordo com as gravadoras para resolver a pendenga, porém não foi isso que eles resolveram fazer, resolveram, ao invés de curar a doença, resolveram matar o paciente acabando com o que poderia ser a salvação desses profissionais tão afetados pela pandemia. Justo ou não, isso é uma avaliação que cada um deve fazer, mas o certo é que grande parte das musicas que tanto as gravadoras tenta preservar da utilização indevida, somente se tornaram sucesso nas mão dos dj´s. Hoje e já há algum tempo, o mercado fonográfico é salvo pelos dj´s e produtores que batem cabeça para maquias as porcarias que o mercado fonográfico vomita diariamente, sem contar que eles, os dj´s, é que fazem e acontecem para que as musicas sejam tocadas e a partir de então seja objeto de consumo pela grande maioria de ouvintes. Hoje, se não fossem os dj´s, quaisquer que seja, dos mais desconhecido aos mais famosos, as musicas não chegariam aos ouvidos de muita gente. Lembro bem no final da década de 70 que a banda Kraftwerk só era conhecida pelas bandas de cá porque tocava em algumas aparelhagem em Belém. Embora a versatilidade trazida pela internet tenha proporcionado uma serie de facilidades em todos os segmentos, ainda sim, a divulgação de material musical dependente muitos dos profissionais que se matam para que determinadas musicas virem sucesso. Acompanho isso a muitos anos e sei do que estou falando. Acho que tudo isso é um tiro no pé. Imaginemos a hipotética situação em que os dj´s como resposta parassem de tocar as musicas que as gravadoras insistem em criar problemas ? Seria uma caos obviamente. Lembro na década de 80 um caso com a banda The Smith em que as rádios da Inglaterra e os dj´s se recusaram a tocar um dos discos da referida banda em razão de uma musica que dizia "enforcar os dj´s", resultado, o disco foi um verdadeira catástrofe de vendagem. Acho que o caminho obtuso usado não vai ajudar em nada, deveria sim, fazer o contrario, monetizar as grandes apresentações, aquelas live´s que conseguem atingir números estratosféricos de ouvintes, live´s com o potencial de divulgação muito maior do que qualquer outro mecanismo até então utilizado. Como sempre, ao invés de acabarem com a doença, mataram o paciente. Uma boa quinta para todos.

Apenas em complemento, o disco do The Smith falado foi o Panic, de 1986, que conclamava seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Essa história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994).





 Quem conhece um pouco de história deve já ter escutado sobre as peripécia de um personagem chamado Napoleão Bonaparte. Entre as características deste personagem que se alto proclamou imperador da França em 1804, era seu apetite vorás por obras de arte e antiguidades. Nas batalhas por ele conquistadas sempre o espólio eram as obras de arte pertencentes a quem quer que seja. Entre elas, destaco essa excepcional pintura intitulada "Casamento em Caná", de Paolo Caliari, também conhecido como Veronese. Napoleão subtraiu essa obra do presbitério do monastério de San Giorgio Maggiore, em Veneza, local em que a mesma repousou por 235 anos antes de ser levada. Um grande detalhe dessa obra é sua grandiosidade em todos os sentidos, a mesma possui 10 metros de comprimento por 7 de altura. Ela é tão gigantesca que os soldados de Napoleão precisaram corta-la ao meio para leva-la para França.




Outra obra emblemática expostas no Museu do Louvre é uma escultura chamada Vitória de Samotrácia, esculpida em 190 a.C. Essa escultura possui nada menos que 2,5 metros de altura, ela representa Nike, a deusa grega da Vitória. Encontrada pelo arqueólogo francês Charles Champoiseau em abril de 1863, a mesma desde então repouso no Louvre. Apenas para finalizar, o tenis Nike, que todo mundo conhece, tem esse nome em homenagem a essa deusa, que personificava além da vitória, a força e a velocidade. Quanto ao símbolo do tênis Nike, o mesmo representa uma das asas dessa deusa de acordo com uma escultura em bronze que também encontra-se exposta no Louvre.






 Como tudo tem duas faces, o drama e a comédia são espíritos do mesmo corpo, assim como Dom Quixote, de Miguel Cervantes e "O Incrível Exército de Brancaleone" de Mario Monicelli. Todos os enredos tratam de forma dramática e cômica a ilusão como pano de fundo. Enquanto Dom Quitoxe lutava contra os moinhos de vento, Brancaleone brandia sua espada na tentativa de se passar por um cavaleiro para se apossar do feudo de Aurocastro. Uma luta, sem luta, uma história em uma estória, nada real, tudo fantasia vindo das mentes inventivas daqueles que fazem da desgraça, ou melhor, da peste, fome e guerra que marcava a crise do século XIV, os grandes vilões daqueles tempos. Tempos passam, mas a ilusão e a mentira continua ser a arma de muitos, ou melhor dos covardes como dito por Henrique Gondim. Para Helio Gurovitz "no meio digital, já está claro há anos que a mentira tem pernas mais longas que a verdade" principalmente na arte de fazer política, a mentira está diretamente ligada a política como o gelo a água. Quando se fala em mentiras, cibernéticas ou virtual, o agente propagador da falsa verdade está apostando no ingrediente básico, a alienação, ou melhor, na incapacidade do receptor analisar de forma critica aquilo que está sendo divulgado, contudo, para nosso desespero, nossa combalida sociedade é permeada, muito permeada, diga-se de passagem, pelos agentes alienantes. Ao longo dos anos, muitos regimes trabalharam a mentida de tal forma que ela se tornou uma das, se não a peça principal do sistema de manipulação, muito mentira é dita, de forma indisfarçável, gritante e descarada e isso sem duvida é justamente para pegar os incautos e desavisados. Quando alguém vai a público falar que não crê em Deus, e mais tarde se posta em uma igreja como se praticante fosse, quando o individuo com vários processos se alto intitula honesto, quando se disfarça, ou se faz de conta que o passado público e notório não existiu, tudo isso é a face mais descarada da mentira, pronta para pegar o descuidado. Li recentemente uma passagem de uma amigo dizendo para que não se escrevessem textos grandes, para sermos diretos, isso reflete bem a psique no brasileiro, não leia, apenas escute, não pense, deixe os outros pensarem por você, repita a mantra, reverbere a mentida até que ele se torne verdade, faça do Dom Quixote e do Brancaleone se tornarem reais, isso que eles querem, de ambos os lados, que você torne a fantasia que eles pregam em realidade, é isso, apenas isso que eles pretendem.