Esse negócio de apelido é um caso sério, eu mesmo tive uns apelidos meios escrotos, sendo que um deles me persegue até os dias de hoje, porém não estou aqui para falar de mim, estou aqui para falar dos nossos amados políticos. Certa vez estava lendo um livro de história do Brasil e eis que me deparo com o apelido do presidente Castelo Branco, "Quasimodo", putz, passei horas imaginando aquele personagem do livro Notre-Dame de Paris, da autoria de Victor Hugo. Ainda que outrora o primeiro presidente do regime militar fosse um cara feio pra porra, não conseguia detectar a semelhança com o corcunda de olho torto da obra de Victor Hugo. Apesar de grande malabarismo intelectual não consegui encontrar a semelhança. Passados alguns anos tive a oportunidade de comprar um livro muito legal chamado "Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República" e eis que novamente me defronto com o apelido do Castelo Branco, acrescido de mais um "Cearense". Eis que comecei a imaginar o Castelo Branco, corcunda, com o olho torto, igual daquele pilantra do Nestor Cerveró, e cabeça chata. Não consegui imaginar esse ser, porém, depois de ler o livro acima, consegui entender a razão do apelido, pois Paulo Schmit metaforicamente explicou o porquê do apelido de Quasimodo. Eis que ele diz sobre o nosso personagem: "Com a morte de Castelo Branco, a humanidade perdeu pouca coisa, ou melhor, perdeu coisa alguma. Com o ex-presidente, desapareceu um homem frio, impiedoso, vingativo, implacável, desumano, calculista, ressentido, cruel, frustrado, sem grandeza, sem nobreza, seco por dentro e por fora, com coração que era um verdadeiro deserto do saara." Ou seja, Castelo Branco era um Quasimodo por dentro.
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Uma das características marcantes do Studio 54 era a grande frequência de artistas muito famosos. A seguir uma serie de fotos de frequentadores ilustres da boate. Começando pela atriz e cantora Eartha Kitt e sua filha Kitt MacDonald. Pra quem não sabe Eartha Kitt fez a inesquecível personagem "Mulher Gato" na série Batman de 1967.
Na foto Steve Rubell era quem fazia a parte social da discoteca, virou o rei da noite de Nova York. Segundo os funcionários que trabalharam com ele no night club, ele era uma pessoa doce, diferente do gay desprezível e bebado retratado no filme Studio 54. Morreu em 25 de Julho de 1989, vítima da AIDS.

Vocês já pararam para pensar qual o clube mais famoso do mundo ? Segundo o New York Times e a Rolling Stone esse lugar fica na antiga Alemanha Oriental, especificamente em Berlim, na confluência de dois bairros Kreuzberg e Friedrichshain. Segundo as revistas especializadas, esse lugar é a reencarnação de um clube chamado "Ostgut" que funcionou entre 1998 e 2003. Dizem alguns que esse dito "Ostgut" teve uma festa de despedida de 30 horas. Pois bem, o clube mais famoso do mundo é o estranho BERGHAIN. O clube mais difícil de se entrar no mundo, localizado no endereço acima informado, fica instalado em uma antiga usina de energia e possui o maior sistema de som Funktion-One do mundo, que segundo os especialista é o som mais porrada até então concebido. No clube o som que rola é totalmente techno a noite inteira, sempre com a apresentação de vários dj´s. Para entrar nesse negócio primeiramente nem pensar em ir com roupa muito sofistica, turistas não são bem vindos, pois a casa prefere o público alemão, sem contar que existe um crivo na porta que é o relações públicas da casa chamado Sven Marquardt , o cara é chato pra caralho e via de regra barra todo mundo ou deixa as pessoas entrarem somente 3 horas depois da casa abrir sua postas, por isso, se você ousar ir por lá te prepara para ficar em uma fila pelo menos umas três horas sem a certeza que vai entrar, na verdade a sua possibilidade de entrar é somente 10%. O clube foi fechado em 20 de abril de 2020, como consequência da pandemia COVID-19 e não tem data para reabrir. Na foro o porteiro filho da puta que barra todo mundo, a fachada e a pista de dança .
Confesso que gosto muito das interpretações do Leonardo Di Caprio, entre as quais a que ele interpreta o milionário e excêntrico Howard Hughes no filme "O Aviador" de 2005. Acho que nos Estados Unidos da América não existiu figura mais polêmica do que esse cara. Maluco de carteirinha, coisa que vocês, caso assistam o filme, vão perceber de cara, o sujeito tinha uma mente funcionando em 220 vinte e quatro horas por dia. Conhecido por suas extravagâncias, era uma porrada de coisa ao mesmo tempo, aviador, engenheiro aeronáutico, industrial, produtor de cinema, diretor cinematográfico e milionário. Foi ele que contratou Lockheed Corporation para desenvolver o antológico avião comercial Constellation. Hughes era maluco pra porra, tinha mania de limpeza, lavava as mão umas duzentas vezes por dia, além do que, pouco se importava com o que os outros falavam dele, andava de smoking ou de terno e gravata, mas sempre de tênis nos pés. Era também meio que o comedor mor das beldades de Hollywood, dizendo alguns que ele só perdeu o posto para o Frank Sinatra. Entre tantas que passaram por sua mão a indiscutivelmente mais cobiçada era a atriz Ava Gardner. Mulher de temperamento meio que dramático, sempre que tinha um discussão com Hughes, coisa que acontecia todos os dias, ela pegava o carro e deixava ele sozinho. Contam alguns, e isso infelizmente não está no filme, que certa vez ele já puto da vida com a mania dela de deixa-lo sozinho, mandou desparafusar todas as peças do carro da beldade, quando ela ligou o carro e pisou no acelerado o carango se desmontou todo. Entre as maluquices desse doido, que diga-se de passagem não foram poucas, uma delas foi construir um avião para 750 pessoas. O tal avião custou 1 milhão de dólares na época, levantou voo uma única vez e nunca mais funcionou. O filme é muito bom e índico para os amigos que gostam de uma história boa fruto da mais pura realidade.
terça-feira, 17 de novembro de 2020
Se alguém na década de 70 poderia ser chamado de "O Cara", esse seria sem sombra de duvidas Marc Bernecke, pois era ele que escolhia quem entrava ou não no Studio 54. Na foto ele passando os panos na galera para escolher quem seria o sortudo da noite. Segundo alguns diziam, ele tinha uma memoria fotográfica e sabia de todo mundo que entrava, tanto que, barrava aqueles que se aventuravam a querer entrar toda semana na boate.